Meus “nãos” na fotografia de eventos

Toda vez que fecho a cobertura de um evento corporativo, tem um punhado de decisões que tomo sem nem perceber mais — de tão automáticas que já viraram parte de como eu trabalho. Reuni aqui as principais.

Não registro pensando apenas no Instagram

Sempre penso no contexto do evento como um todo, e assim faço fotos que podem ser usadas em diversos locais depois — site institucional, relatório interno, material de imprensa, não só uma publicação nas redes sociais. Uma boa cobertura de evento corporativo precisa servir pra mais coisas do que um post.

Não interfiro no trabalho de outros profissionais

Um evento corporativo reúne várias equipes trabalhando ao mesmo tempo: cerimonial, produção, equipe de palco, recepção. Acredito que cada um tem seu papel, sendo igualmente importante pro evento funcionar. Minha função é registrar sem atrapalhar o trabalho de ninguém.

Não fico parada num lugar só

Se o meu ângulo não tá funcionando, eu me movo — não espero o momento vir até mim. Isso significa circular pelo espaço com atenção, antecipar onde a cena vai acontecer, e não me acomodar num ponto só porque é mais confortável.

Não fico pedindo pose

Meu estilo de fotografia é mais espontâneo do que posado. Prefiro capturar interações reais — um aperto de mão, uma risada, uma conversa de corredor — do que parar as pessoas pra montar uma cena.

Se é esse tipo de cobertura que você imagina pro seu próximo evento corporativo em Belo Horizonte, é só chamar.

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